DIFERENÇAS JESUS X MIGUEL:
a) Jesus é Criador (Jo. 1:3)
Miguel é criatura (Cl. 1:16)b) Jesus é adorado por Miguel (Hb. 1:6)
Miguel não pode ser adorado (Ap. 22:8-9)
c) Jesus é Senhor dos Senhores
Miguel é príncipe (Dn.10:13)
d) Jesus é o Rei dos reis (1 Tm.; 6:15)
Miguel é príncipe dos judeus (Dn. 12:1)
TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO: UM OUTRO EVANGELHO
COMPARANDO A TNM COM A BÍBLIA SAGRADA:
COMPARANDO A TNM COM A BÍBLIA SAGRADA:
Sobre o verbo “adorar” (Hb 1:6):
TEXTO GREGO:
kai proskynesatosan auto pantes aggeloi theou
TEXTO GREGO:
kai proskynesatosan auto pantes aggeloi theou
BÍBLIA SAGRADA:
“E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.”
TNM: “Mas, ao trazer novamente o seu Primogênito à terra habitada, ele diz: “E todos os anjos de Deus lhe prestem homenagem”.
“E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.”
TNM: “Mas, ao trazer novamente o seu Primogênito à terra habitada, ele diz: “E todos os anjos de Deus lhe prestem homenagem”.
A Bíblia mostra que Jesus é adorado por todos, quer no céu, na terra, ou debaixo dela, sendo homens ou anjos (Fp. 2:10-11; Hb. 1:6; Ef. 1:21). Note algo curioso: a TNM exorta seus seguidores (como faz a Bíblia Sagrada) a adorar somente a Deus (Rev. 19:10; 22:8-9), porém a mesma TNM reconhece que os anjos o adoram, assim como os demais seres (Rev. 5:11-13; 7:9-17; 19:3-7; Mt. 28:9; Jo. 9:38), ora, estariam os anjos em pecado, cometendo idolatria tratando-o como Deus, ou a Tradução do Novo Mundo comete heresia de tal forma que nem eles conseguem se explicar?
O verbo “adorar” no grego é geralmente traduzido por proskyneõ, transformado erroneamente pela TNM em “prestar homenagem”. O Novo Testamento usa esta palavra referindo-se ao Pai (Mt. 4:10; Jo. 4:21-24; I Co 14:25; Ap. 5:14), ao diabo (Lc, 4:7; Mt. 4:9; Ap. 13:4), aos anjos (Ap. 22:9) e aos homens (Ap. 14:9; 16:2). Apesar de em todas estas passagens a TNM haver traduzido o termo em “adorar”, nas que estão referindo-se a Jesus (Mt. 2:2,11; 8:2; 9:18; 14:33; 15:25; Mc. 15:19; Jo.9:38), a TNM traduz para “prestar homenagem”, ainda que seja a mesma palavra utilizada nos demais textos!
O verbo “adorar” no grego é geralmente traduzido por proskyneõ, transformado erroneamente pela TNM em “prestar homenagem”. O Novo Testamento usa esta palavra referindo-se ao Pai (Mt. 4:10; Jo. 4:21-24; I Co 14:25; Ap. 5:14), ao diabo (Lc, 4:7; Mt. 4:9; Ap. 13:4), aos anjos (Ap. 22:9) e aos homens (Ap. 14:9; 16:2). Apesar de em todas estas passagens a TNM haver traduzido o termo em “adorar”, nas que estão referindo-se a Jesus (Mt. 2:2,11; 8:2; 9:18; 14:33; 15:25; Mc. 15:19; Jo.9:38), a TNM traduz para “prestar homenagem”, ainda que seja a mesma palavra utilizada nos demais textos!
Cada vez que a STV muda suas crenças, muda também sua Bíblia: Na primeira edição da TNM, a tradução de Hb. 1:6 traz a palavra “adorem”, não “prestem homenagem”, como atualmente. Quando a STV decidiu abolir a proibição de Jesus, teve que conseguir uma maneira de retirar isso da sua Bíblia, acontecendo a mudança na edição de 1984. Desde 1879, os TJ´s adoravam a Jesus; vejamos o seu posicionamento na edição de The Watchtower, em julho de 1898, pg. 4:
“ Sua posição é contrastada com a de homens e anjos, desde que é Senhor de ambos,tendo todo o poder no céu e na terra. Desde que assim é dito, ‘que todos os anjos o adorem’ (isto inclui Miguel, o chefe dos anjos, o que significa então que Miguel não é o filho de Deus) e a razão está em que ele tem alcançado nome mais excelente do que o deles.”
Em 1954, a revista The Watchtower (1o de janeiro, pg. 31) publicou a proibição: “Nenhuma adoração deve ser dada a Jesus Cristo”.
Ora, fica a pergunta aos jeovistas atuais: Considerando que hoje é idolatria adorar a Jesus, o que aconteceu com as TJ´s que, até 1954 (ensinados pela própria STV) adoraram a Jesus? Quem morre na idolatria tem a vida eterna? Se elas morreram salvas, e as TJ´s atuais, estão salvas, já que se recusam a adora-lo, como faziam até 1954?
Sobre a palavra “hoje” (Lc. 23:43):
Ora, fica a pergunta aos jeovistas atuais: Considerando que hoje é idolatria adorar a Jesus, o que aconteceu com as TJ´s que, até 1954 (ensinados pela própria STV) adoraram a Jesus? Quem morre na idolatria tem a vida eterna? Se elas morreram salvas, e as TJ´s atuais, estão salvas, já que se recusam a adora-lo, como faziam até 1954?
Sobre a palavra “hoje” (Lc. 23:43):
TEXTO GREGO:
kai eipen auto, amen soi lego, semeron met’emouese em to paradeiso
BÍBLIA SAGRADA:
“E Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.”
TNM: “E ele lhe disse: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no paraíso.”
BÍBLIA SAGRADA:
“E Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.”
TNM: “E ele lhe disse: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no paraíso.”
A STV conseguiu alterar completamente o sentido do texto, colocando dois pontos depois da palavra “hoje”. A própria STV admitiu que a TNM está em desacordo com o texto grego, mas que se utilizou desse artifício simplesmente para se harmonizar com o contexto. Assim, a STV afirma que este texto passou vinte séculos em desarmonia com o contexto, vindo a ser corrigido somente agora, por meio da TNM. Mais uma tentativa de adaptar a crenças jeovistas à Palavra de Deus.
Sobre O Grande “EU SOU” (Jo. 8:58):
Sobre O Grande “EU SOU” (Jo. 8:58):
TEXTO GREGO:
eipen autois Iesous, Amen amen lego hymin, prin Abraam genesthai ego eimi.
BÍBLIA SAGRADA:
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU.”
TNM: “Jesus disse-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido.”
O verbo “ser” aqui está desprovido de tempo, não encerrando portanto a idéia de tempo. Assim, Jesus está afirmando que é eterno. No texto grego o “eu sou” é egw eimi (ego eimi), não permitindo de forma nenhuma a tradução para “eu tenho sido”. Se a expressão “eu tenho sido” fosse verídica, o verbo usado na passagem seria gegona (gegona), e não eimi. Outro ponto gramatical importante a se destacar é o fato de que, na língua grega, os verbos dispensam o uso de pronomes pessoais. Quando o autor faz uso destes, tem por intenção dar uma ênfase especial não ao verbo, mas à pessoa à qual o verbo está relacionado. Apenas o verbo “eimi” já teria o sentido de “eu sou”, mas associado ao pronome “ego”, expressa “eu mesmo o sou” ou “eu e mais ninguém sou”.
BÍBLIA SAGRADA:
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU.”
TNM: “Jesus disse-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido.”
O verbo “ser” aqui está desprovido de tempo, não encerrando portanto a idéia de tempo. Assim, Jesus está afirmando que é eterno. No texto grego o “eu sou” é egw eimi (ego eimi), não permitindo de forma nenhuma a tradução para “eu tenho sido”. Se a expressão “eu tenho sido” fosse verídica, o verbo usado na passagem seria gegona (gegona), e não eimi. Outro ponto gramatical importante a se destacar é o fato de que, na língua grega, os verbos dispensam o uso de pronomes pessoais. Quando o autor faz uso destes, tem por intenção dar uma ênfase especial não ao verbo, mas à pessoa à qual o verbo está relacionado. Apenas o verbo “eimi” já teria o sentido de “eu sou”, mas associado ao pronome “ego”, expressa “eu mesmo o sou” ou “eu e mais ninguém sou”.
Jesus aqui estava se identificando como o grande “EU SOU” de Ex. 3:14; no versículo 24 e 28, ele expõe sua identidade de forma clara: “se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados”. Jesus fez com que os soldados caíssem por terra prostrados ao fazer esta afirmação (Jo. 18:4-6). Comprova-se com estes e demais versículos que “Eu Sou” em Jo. 8:58 diz respeito à Identidade de Cristo, e não à Idade, como querem os jeovistas. Jesus é o mesmo “EU SOU” descrito em Êxodo, tamanho é o fato de esta ser a declaração de Jesus, que os judeus consideraram-no blasfemo, devido a Dt. 32:39 afirmar que somente o Deus - Javé de Israel é “Eu Sou”. Segundo a Lei Mosaica, há cinco motivos para alguém ser apedrejado, sendo elas: invocação de mortos, blasfêmia, falsos profetas, filhos rebeldes e adultério ou estupro. Conforme o versículo 59, os judeus recolheram pedras para atirar nele. Em qual desses pecados Jesus estaria incluído? Notemos que, apesar de os judeus o considerarem blasfemo, a STV não, mesmo não encontrando explicação para o fato do quase assassinato de Jesus apedrejado.
Sobre Jesus ser o “Criador de todas as coisas” (Cl. 1:16):
Sobre Jesus ser o “Criador de todas as coisas” (Cl. 1:16):
TEXTO GREGO:
oti en auto ektiskih ta panta (...) eite eksimi : ta panta di autou kai eij auto i ektistai:
BÍBLIA SAGRADA:
“Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus, e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.”
TNM: “Porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis, quer sejam tronos, quer senhorios, quer governos, quer autoridades. Todas as [outras] coisas foram criadas por intermédio dele e para ele.
A STV acrescenta o “outras” a fim de que o leitor entenda que Jeová-Deus criou seu filho Jesus, e a este entregou o poder a Jesus de criar as outras demais coisas, indo de encontro ao texto original, que apresenta Jesus como o Criador de todas as coisas no céu e na terra, visíveis e invisíveis. Inserindo a expressão “outras”, inexistente no texto original, a STV mostra Jesus como criatura que depois se tornou Criador. Todo o contexto bíblico revela que Jesus é eterno (Is. 9:6; Mq. 5:2; Jo. 1:1-3; Hb. 1:12), Paulo mostra no versículo seguinte que Jesus não faz parte da criação (Cl. 1:17).
Sobre Jesus ter sido estacado, não crucificado (Lc. 23:21):
TEXTO GREGO:
“Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus, e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.”
TNM: “Porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis, quer sejam tronos, quer senhorios, quer governos, quer autoridades. Todas as [outras] coisas foram criadas por intermédio dele e para ele.
A STV acrescenta o “outras” a fim de que o leitor entenda que Jeová-Deus criou seu filho Jesus, e a este entregou o poder a Jesus de criar as outras demais coisas, indo de encontro ao texto original, que apresenta Jesus como o Criador de todas as coisas no céu e na terra, visíveis e invisíveis. Inserindo a expressão “outras”, inexistente no texto original, a STV mostra Jesus como criatura que depois se tornou Criador. Todo o contexto bíblico revela que Jesus é eterno (Is. 9:6; Mq. 5:2; Jo. 1:1-3; Hb. 1:12), Paulo mostra no versículo seguinte que Jesus não faz parte da criação (Cl. 1:17).
Sobre Jesus ter sido estacado, não crucificado (Lc. 23:21):
TEXTO GREGO:
oi de epephonoun legontes, staurou, staurou auton
BÍBLIA SAGRADA:
“Eles, porém, mais gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o!”
TNM:
“Começaram então a berrar, dizendo: “Para a estaca! Para a estaca com ele!””
A STV ensina que há uma única definição para termo stauros, que seria “estaca”. Não é verdade, stauros é a palavra grega traduzida por “cruz”; não existe uma única definição para o termo, simplesmente pela palavra stauros, não é possível afirmar sobre que forma de execução o escritor referia-se, contrariando o ensino jeovista. Para levantar tal resposta, torna-se necessário aplicar uma visão histórica e geográfica da questão, levando em consideração os costumes da época e da localidade referida, além de buscar desvendar o ponto de vista do autor quando utiliza o vocábulo.
A palavra “estaca” aparece em alguns textos do Velho Testamento, como em Êx. 35:18; Nm. 3:37; Is. 33:20, entre outros, mas em nenhum destes a Septuaginta traduziu por stauros, vindo o verbo stauroo a aparecer somente uma vez, em Et. 7:9-10, porém sendo traduzido por “enforcar”! Apesar de insistir no uso de estaca para stauros, não há argumentos para a defesa da STV.
A pena de morte pela cruz era uma prática conhecida na Grécia, os romanos trouxeram esta prática dos catargineses. Só os romanos usaram a cruz como pena capital, sendo tal prática abolida por Constantino, na primeira metade do século IV. Havia três tipos de cruz nos dias de Cristo, eram elas: cruz de Santo André, em forma de “X”; cruz comissa, em forma de um “T”, e a cruz immissa. Pela inscrição posta sobre a cabeça de Jesus, JESUS NAZARENO REI DOS JUDEUS, em três línguas (grega, latina e hebraica) e podendo ser lida à distância (Lc. 23:28; Jo. 19:19 e 20), fica fácil perceber que ele só poderia ter sido crucificado na crux immissa.
O argumento de que Cristo foi estacado e de que a cruz é um símbolo do paganismo é improcedente e inconsistente, a STV não apresenta provas bíblicas ou quaisquer argumentos convincentes. Desde o surgimento do cristianismo, sempre foi difundida entre as nações a história da crucificação de Cristo. A STV não pode, pelo simples fato de stauros também ter o sentido de “estaca”, derrubar uma história de mais de 2000 anos para dar lugar à sua tese. A substituição da morte de cruz pela estaca é mais uma maneira da Organização tentar tirar o mérito de Cristo, escarnecendo aquele que padeceu de braços abertos para dar nova vida aos que crêem.
Apesar da tradução de “cruz” para “estaca” em todo o tempo, é interessante observar na própria TNM, em Jo. 20:25: “A menos que eu veja nas tuas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos”. Nas gravuras das literaturas jeovistas, há apenas um prego atravessando as mãos de Jesus, uma sobre a outra... Onde está o outro prego que é citado na TNM?
“Eles, porém, mais gritavam: Crucifica-o! Crucifica-o!”
TNM:
“Começaram então a berrar, dizendo: “Para a estaca! Para a estaca com ele!””
A STV ensina que há uma única definição para termo stauros, que seria “estaca”. Não é verdade, stauros é a palavra grega traduzida por “cruz”; não existe uma única definição para o termo, simplesmente pela palavra stauros, não é possível afirmar sobre que forma de execução o escritor referia-se, contrariando o ensino jeovista. Para levantar tal resposta, torna-se necessário aplicar uma visão histórica e geográfica da questão, levando em consideração os costumes da época e da localidade referida, além de buscar desvendar o ponto de vista do autor quando utiliza o vocábulo.
A palavra “estaca” aparece em alguns textos do Velho Testamento, como em Êx. 35:18; Nm. 3:37; Is. 33:20, entre outros, mas em nenhum destes a Septuaginta traduziu por stauros, vindo o verbo stauroo a aparecer somente uma vez, em Et. 7:9-10, porém sendo traduzido por “enforcar”! Apesar de insistir no uso de estaca para stauros, não há argumentos para a defesa da STV.
A pena de morte pela cruz era uma prática conhecida na Grécia, os romanos trouxeram esta prática dos catargineses. Só os romanos usaram a cruz como pena capital, sendo tal prática abolida por Constantino, na primeira metade do século IV. Havia três tipos de cruz nos dias de Cristo, eram elas: cruz de Santo André, em forma de “X”; cruz comissa, em forma de um “T”, e a cruz immissa. Pela inscrição posta sobre a cabeça de Jesus, JESUS NAZARENO REI DOS JUDEUS, em três línguas (grega, latina e hebraica) e podendo ser lida à distância (Lc. 23:28; Jo. 19:19 e 20), fica fácil perceber que ele só poderia ter sido crucificado na crux immissa.
O argumento de que Cristo foi estacado e de que a cruz é um símbolo do paganismo é improcedente e inconsistente, a STV não apresenta provas bíblicas ou quaisquer argumentos convincentes. Desde o surgimento do cristianismo, sempre foi difundida entre as nações a história da crucificação de Cristo. A STV não pode, pelo simples fato de stauros também ter o sentido de “estaca”, derrubar uma história de mais de 2000 anos para dar lugar à sua tese. A substituição da morte de cruz pela estaca é mais uma maneira da Organização tentar tirar o mérito de Cristo, escarnecendo aquele que padeceu de braços abertos para dar nova vida aos que crêem.
Apesar da tradução de “cruz” para “estaca” em todo o tempo, é interessante observar na própria TNM, em Jo. 20:25: “A menos que eu veja nas tuas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos”. Nas gravuras das literaturas jeovistas, há apenas um prego atravessando as mãos de Jesus, uma sobre a outra... Onde está o outro prego que é citado na TNM?
Diversas contradições como esta têm deixado o Corpo Governante em situação incômoda. Quanto mais procuram falsificar as Escrituras, mais as Testemunhas de Jeová caem em contradições, provando sua falta de autoridade principalmente quando o assunto é a Bíblia Sagrada. Como cristãos, devemos estar dispostos a rejeitar suas doutrinas cheias de heresias.